Possivel segunda ruptura tecnológica
Em meio a uma ambiciosa expansão global, a Netflix efrenta o desafio de promover uma segunda ruptura tecnológica
Tombo Cinematográfico, As mudanças no sistema de cobrança da Netflix fizeram a empresa perder metado de seu valor de mercado.
O dilema do inovador

Reed Hastings, o fundador e presidente da Netflix, tem autoridade para falar sobre rupturas tecnológicas. Sua empresa, fundada em 1997, subverteu o negócio de locação de DVDs.

O sistema de escolha de filmes pela internet e entrega pelo correio criado por ele essencialmente matou as locadoras tradicionais, entre elas a maior empresa do mundo no segmento, a Blockbuster.

Por uma assinatura mensal fixa, os clientes da Netflix passaram a ter acesso a um catálogo muito maior do que o de qualquer loja de bairro, pois não havia mais a limitação de espaço. Também passaram descobrir novos filmes graças a um sofisticado software de recomendações, e nunca mais pagaram multas por atraso na devolução, pois na Netflix elas não existem

A complexa logística da empresa, com seus 58 centros de distribuição e mais de 25 milhões de assinantes, sempre ficou escondida nos bastidores. A simplicidade e a eficiência do modelo transformaram os clientes em fãs devotos do serviço.
Há pouco mais de três anos, a Netflix começou uma nova ruptura, desta vez do seu próprio negócio: passou a oferecer a opção de assistir a filmes pela internet (esse é o serviço oferecido no Brasil desde o início de setembro)
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