Penalty centraliza seus negócios no futebol
Depois de anos de receitas estagnadas e prejuízos em série, a marca Penalty volta a colocar o futebol no centro de seus negócios e recupera parte do fôlego.

Eles só pensam em futebol
No dia 29 de setembro, o Barcelona venceu o Atlético de Madrid numa goleada de 5 a 0. Aos 39 minutos do segundo tempo, o goleiro espanhol Victor Valdés defendeu a última tentativa de ataque do rival madrilenho.
O jogo foi comemorado não só pelos 58 milhões de torcedores do Barcelona espalhados pelo mundo mas também por um grupo de executivos brasileiros da Cambuci, empresa paulista dona da marca Penalty.
Não que os brasileiros fossem historicamente fanáticos pelo clube catalão - é que naquela partida Valdés estreava o primeiro patrocínio internacional da marca brasileira, fechado no início de setembro. Durante os próximos cinco anos, o goleiro do Barcelona usará luvas e chuteiras da Penalty em todos os jogos, por cerca de 400.000 reais por ano. "Somos a primeira marca brasileira a patrocinar um atleta europeu", diz Roberto Estefano, presidente da Cambuci.
O investimento representa uma espécie de volta às origens para a empresa fundada nos anos 40 pelo imigrante sírio Assibe Estefano como uma pequena malharia localizada no bairro do Cambuci, no centro de São Paulo.
Depois de anos de receitas estagnadas e prejuízos em série, a marca Penalty volta a colocar o futebol no centro de seus negócios e recupera parte do fôlego.
tags: penalty centraliza seus negocios no futebol