Casas, apartamentos, escritórios e fundos imobiliários que aplicam em hotéis valorizaram até 62% no último ano
O Fundo imobiliário que mais rendeu no último ano foi o Maxinvest, que aplica em hotéis em São Paulo. A alta de 62% é explicada pelo aumento das receitas e da rentabilidade dos hotéis, que estão apresentando as maiores taxas de ocupação da década. A perspectiva para os próximos meses é positiva porque espera-se que o país receba mais turistas com a Copa e a Olimpíada.

Casas, apartamentos, escritórios e fundos imobiliários que aplicam em hotéis valorizaram até 62% no último ano
O mercado imobiliário brasileiro não para de dar demonstrações de resistência. A valorização de imóveis residenciais e de fundos imobiliários nos últimos 12 meses ficou em torno de 20%. os aluguéis de escritórios ssubiram 13% no mesmo período - e em locais como a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a alta passou de 50%. Quais podem ser os efeitos da piora da crise global para esse mercado? Se a desaceleração da economia brasileira for moderada e o PIB tiver uma expansão em torno de 3,5% neste e no próximo ano, como espera hoje a maioria dos analistas, o impacto deve ser pequeno. Veja, a seguir, como foi o desempenho dos principais investimentos imobiliários do mercado e o que esperar para os próximos meses.
Para correr menos risco
Quem quer correr menos riscos no mercado imobiliário pode optar pelos títulos de renda fixa Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Ambos são isentos de impostos e é possível investir neles com 10000 reais, embora haja mais alternativas acima de 100000 reais. A LCI aploca em créditos imobiliários e conta com a garantia do banco que emite o título - se algo der errado, a instituição garante o principal e o rendimento. O retorno médio é de 12% ao ano. O CRI investe em títulos que representam valores que uma empresa tem a receber, como pagamentos de aluguéis. Não há a garantia do banco, mas o rendimento é maior de 14%. Fonte: EXAME, Edição 997,10/08/2011
Residências - Os preços das casas e dos apartamentos subiram, em média, 25% em 12 meses de acordo com a pesquisa Exame/Ibope. Foi uma valorização superior à registrada nos 12 meses anteriores, mas números recentes do setor indicam que a alta generalizada de preços pode perder força daqui para a frente. Em São Paulo, onde fica o bairro que mais valorizou no período, Perdizes, as vendas de imóveis novos caíram 50% no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2010.
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