Executivo José Antônio Fay, Presidente da Brasil Foods.
preferiu não acompanhar de perto o momento que colocou um ponto final à saga de dois anos que envolveu a fusão entre Perdigão e Sadia.
Os números da integração entre Perdigão e Sadia ...
Cinco meses para a Sadia e a Perdigão terminar a fusão

Executivo José Antônio Fay, Presidente da Brasil Foods, preferiu não acompanhar de perto o momento que colocou um ponto final à saga de dois anos que envolveu a fusão entre Perdigão e Sadia. Na Véspera do julgamento do caso no Cade, orgão máximo de defesa da concorrência, marcado para o dia 13 de julho, ele ficou até tarde fechado numa sala da autarquia, em Brasília, para finalizar as negociações com um grupo de conselheiros e embarcou num avião da capital federal de volta a São Paulo. No dia seguinte, de seu escritório, ouviu ao lado de nove vice-presidentes o julgamento, em transmissão pela internet. Além do significado simbólico de estar junto de sua equipe, a presença do executivo na sede serviu para sinalizar o ritmo - acelerado - que pretende imprimir na nova fase da companhia. "Definimos uma rotina de trabalho para que possamos ser uma só empresa até dezembro".

Fazer as duas uma só empresa não será tão simples quanto tirar de uma gaveta um amplo projeto realizado pela consultoria McKinsey em março de 2010. No plano, que nçao precia as restrições impostas pelo Cade, uma analise das operações resultou num conjunto de 220 ações para unifar as empresas. Metade, delas ja saiu do papel antes mesmo da aprovação do négocio, em áreas como a de compra de matéria-prima - tudo com autorização do Cade.
Após aprovação do Cade pra a fusão entre Sadia e Perdigão, executivos da Brasil Foods iniciam uma maratona para integrar as operações e operar como uma única empresa até o fim do ano
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