Para trazer a Budweiser para o brasil, a AB InBev vai investir quase 100 milhões de reais

Nenhum Brasileiro jamais chegou tão perto do topo do Olimpo
corporativo quando o carioca Carlos Brito, presidente da AB InBev, maior cervejaria do planeta, com faturamento de 36,2 bilhões de dólares em 2010. Aos 51 anos, Brito é a mais perfeita tradução da cultura baseada em meritocracia e obsessão por resultados criada pelos empresários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, ex-sócios do banco Garantia e hoje os maiores acionistas individuais da cervejaria. Brito entrou na antiga Brahma em 1989, assim que a cervejaria foi comprada pelos banqueiros. A cada nova tacada - a compra da Antarctica, a união com a belga Interbrew e, mais recetemente, a aquisição da americana Anheuser Busch -, sua carreira deslanchava um pouco mais. Em uma de suas raríssimas entrevista a empresa brasileira, Brito contou a EXAME sobre o projeto de transformar a Budweiser em marca global e como é possível manter a cultura tão peculiar numa companhia com mais de 114 000 funcionários.
A InBev comprou a Anheuser Busch, dona da Budweiser, em 2008. Só agora, quase três anos depois, a cerveja é lançada no Brasil. Por que levou tanto tempo ?
Nossa prioridade inicial foi colocar as duas companhias para funcionar juntas, numa só cultura. Mas, desde o começo, a gente sabia que tinha uma cereja em cima do bolo: a possibilade de desenvolver uma marca americana com a cara de marca global. Aos poucos, a Bud cresceu. Hoje, ela é a primeira no segmento premium na China. Depois centramos na
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