A reação da Heineken
Após uma década sem crescer no Brasil, a cervejaria holandesa Heineken - agora dona da Kaiser - finalmente volta a ganhar mercado. Até onde irá seu fôlego?
A ressaca acabou?

Embora exista há relativamente pouco tempo, o happy hour dos funcionários da cervejaria holandesa Heineken - a quarta maior do Brasil com faturamento de 2,7 bilhões de reais - já é encarado como tradição na companhia.
Todas as sextas-feiras por volta das 17 horas, as 180 pessoas que trabalham na sede da empresa, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, se reúnem em um bar montado no 5º andar do prédio.

A confraternização, que acontece desde dezembro do ano passado, quando a cervejaria mudou para o novo escritório, nunca havia servido a grandes comemorações - até o último dia 9 de setembro.
Naquela data, o grupo foi convidado pelo presidente da empresa, o sul-africano Chris Barrow, de 52 anos, a fazer um brinde especial.
"Hoje temos um ótimo motivo para celebrar", disse Barrow, num português carregado de sotaque.

"Após um ano de trabalho duro, conseguimos crescer acima da média de mercado." Entre janeiro e agosto deste ano, enquanto o mercado de cervejas caía 1,3% as vendas da Heineken cresceram 5% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Barrow, da Heineken: time de expatriados e aproximação com distribuidores da Coca-Cola. Entre janeiro e agosto deste ano, enquanto o mercado de cervejas caía 1,3% as vendas da Heineken cresceram 5% em comparação ao mesmo período do ano passado.
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